Sobre o Massacre em Orlando, nos EUA e seu reflexo nas eleições americanas

Sobre o Massacre em Orlando, nos EUA e seu reflexo nas eleições americanas

Massacre em OrlandoO Massacre em Orlando, acontecido nessa semana pelo ataque à Boate LGBT nos ensina algumas coisas. Apesar de ver a população brasileira refém de bandidos armados e, vendo no liberação de armas à população como uma possibilidade de combater os bandidos, é preciso pensar bem em como se dará esse controle. Nos EUA, Hillary Clinton defende um maior controle sobre o acesso aos armamentos pela população, principalmente aqueles mais pesados. Embora seja um direito constitucional americano, vejo com bons olhos esse controle para evitar que casos como o massacre em Orlando se repitam.

Além da questão dos armamentos, fica claro que o discurso de ódio afia a faca do radical que mata. Seja direita, de esquerda, ou ainda religiosos, é preciso muito cuidado com esses discursos extremistas. Não podemos, por conta de crises e dificuldades, adotar esse pensamentos como regra, seja contra imigrantes, comunidade LGBT, ateus ou religiosos de outras crenças.

Lembro que, por outro lado, o próprio candidato Donald Trump  dissemina um discurso de ódio contra latino-americanos. Obviamente existem problemas em relação à imigração. Problemas que devem ser resolvidos até mesmo para que imigrantes de bem possam estreitar suas relações com o pais, sem sofrer preconceitos por causa daqueles que buscam a desordem. Já existe, obviamente, um preconceito por ser imigrante. Generalizar é de uma irresponsabilidade sem tamanho.

Dessa triste história, fica o lamento pela condição do ser humano que se propõe a matar outro ser humano. Fica também os sentimentos às famílias dos mortos e para todo povo americano que se chocou com o Massacre em Orlando. E que, nessas eleições o povo americano possa, através da escolha do seu futuro presidente, encontrar o caminho contra o terrorismo, o caminho para a paz.

SOLIDARIEDADE AOS FAMILIARES DAS VÍTIMAS DO  MASSACRE EM ORLANDO

 

 

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