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Petição online exige que canal de TV brasileiro se retrate pelo ultraje a Nossa Senhora

Reprodução: Zenit.org  (Ver Original)

No sábado, 19 de dezembro de 2015, poucos dias antes do Natal do Senhor, a TV Globo resolveu zombar de Nossa Senhora e das aparições de Fátima, no programa Zorra Total. A blasfêmia pode ser vista emhttps://www.youtube.com/watch?v=UfrxcCl5Eyc sob o título “Os três segredos de Fátima”.

A atriz que zombeteiramente interpreta a Virgem Maria revela a três jovens alguns “segredos” relativos a novelas, filmes, todos eles já conhecidos pelos que assistem à “aparição”. Por fim, a atriz propõe relevar um segredo relativo ao futebol, atraindo assim a atenção dos ouvintes. O “segredo” seria relativo ao jogador Ronaldinho e sua atuação na Copa de 1998. Quando está para revelar o “segredo”, a atriz é presa por dois policiais, que alegam um possível envolvimento dela no crime de cartolagem.

A conduta dos atores e produtores se enquadra no artigo 209 do Código Penal:

Art. 208 – Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso: Pena – detenção, de um mês a um ano, ou multa.

O ultraje recebeu protesto da Arquidiocese de São Paulo em nota divulgada emhttps://www.facebook.com/arquiSP/posts/930482607029441

A nota termina citando uma advertência de Jesus:

 “Se alguém escandalizar um destes pequeninos que creem em mim, melhor seria amarrar-lhe uma pedra de moinho ao pescoço e jogar ao mar”. Mateus 18, 6

Não podemos omitir-nos quando alguém vem publicamente ofender a Mãe de Deus e nossa. Assine esta petição solicitando da Globo a retratação pública da ofensa cometida à Virgem Maria e a nós, seus filhos.

TEXTO DA PETIÇÃO: [http://www.citizengo.org/pt-pt/signit/32023/view]

Senhores produtores do programa Zorra Total

Nós, cristãos abaixo assinados, sentimo-nos ofendidos com a ofensa feita à Mãe de Deus e nossa no programa levado ao ar no dia 19 de dezembro de 2015.

Não é válido dizer que a única intenção do programa foi causar divertimento nos expectadores, pois não é lícito divertir-se com o que é sagrado nem zombar dos valores religiosos. A conduta dos atores e produtores enquadra-se no crime previsto no artigo 209 do Código Penal, em especial “vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”.

Como cristãos, exigimos da emissora um retratação cabal pela ofensa pública, tanto mais grave quando feita poucos dias antes da solenidade do Natal do Senhor.

Atenciosamente,

[Seu nome]

Um Santo Natal do Senhor a todos que assinam esta petição.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-Vida de Anápolis

www.providaanapolis.org.br

aleteia

São José, o homem a quem o próprio Deus chamou de pai

Reprodução de Aleteia – Veja aqui o Original

Uma das maiores santas da história do cristianismo, Santa Teresa de Ávila, era profundamente devota a São José, considerando que, se o próprio Deus lhe obedeceu na terra como filho adotivo, também no céu Ele escuta toda prece que lhe apresentamos por intermédio do santo e humilde carpinteiro.

Compartilhamos hoje um extrato do testemunho de Santa Teresasobre a eficácia da intercessão do santo pai adotivo de Jesus:

Testemunho sobre São José
Da “Vida de Santa Teresa”, VI, 5-8

Quando vi o estado a que me tinham reduzido os médicos da terra e estando tão enferma em tão jovem idade, decidi recorrer aos médicos do céu e pedir-lhes a saúde, porque, muito embora suportasse a doença com tanta alegria, desejava também ser curada. Pensava que, se com saúde acabasse condenada, melhor seria ficar assim, mas também imaginava, com a saúde, ser capaz de melhor servir ao Senhor. Eis o nosso erro: não querer abandonar-nos em tudo às mãos de Deus, que sabe melhor do que nós o que nos convém. Comecei a encomendar missas e a fazer orações aprovadas (…)

Tomei então por meu advogado e patrono o glorioso São José e a ele me confiei com fervor. Este meu pai e protetor me ajudou na necessidade em que me achava e em muitas outras mais graves, em que estava em jogo a minha honra e a salvação da minha alma. Vi claramente que a sua ajuda me foi sempre maior do que eu pudesse esperar. Não me lembro de ter jamais lhe rogado uma graça sem a ter imediatamente obtido. E é coisa que maravilha recordar os grandes favores que o Senhor me fez e os perigos de alma e corpo de que me livrou por intercessão deste santo bendito.

A outros santos parece que Deus concedeu socorrer-nos nesta ou naquela precisão, mas experimentei que a todas o glorioso São José estende o seu patrocínio. O Senhor quer assim nos mostrar que, tal como esteve sujeito a ele na terra, onde ele podia comandá-lo comopai adotivo, assim também no céu atende tudo o que ele pede. E assim reconheceram, por experiência, ainda outras pessoas que a meu conselho se recomendaram ao seu patrocínio. Muitos outros se tornaram recentemente seus devotos por terem experimentado esta verdade.

Eu procurava celebrar sua festa com a máxima solenidade (…) Pela grande experiência que tenho dos favores obtidos de São José, quisera que todos se persuadissem de lhe ser devotos. Não conheci pessoa que lhe fosse verdadeiramente devota e lhe prestasse particular serviço sem fazer progressos na virtude. Ele ajuda muitíssimo quem a ele se recomenda. Há já vários anos que, no dia da sua festa, eu lhe peço alguma graça e sempre sou ouvida. Se o que peço não é tão reto, ele o ajeita para meu bem maior.

Se as minhas palavras tivessem autoridade, com gosto narraria em detalhes as graças que este glorioso santo tem concedido a mim e a outros, mas, não querendo ir além dos limites que me foram impostos, em muitas coisas serei mais breve do que gostaria e em outras mais demorada que o necessário: em suma, como quem tem pouca discrição em tudo o que é bem. Peço apenas, pelo amor de Deus, que quem não me crer faça a prova e verá por experiência quão benéfico é confiar-se a este glorioso Patriarca e lhe ser devoto.

papa

Os cristãos e a política

“Envolver-se na política é uma obrigação para o cristão. Não podemos ser como Pilatos: Lavar as mãos. Não podemos. Devemos envolvermos na política porque a política é uma das formas mais altas da Caridade, porque busca o bem comum e os cristãos leigos devem trabalhar na política. Alguém poderá me dizer: Não é fácil! Bom. Também não é facil ser sacerdote. Não são coisas fáceis, porque a vida não é fácil. A política está muito suja. Mas eu me pergunto: Está suja porque? Porque o cristão não se envolve com espírito evangélico…? É uma pergunta que me faço: És fácil dizer “a culpa é dos outros!” Mas e eu? Que eu faço? É um dever! Trabalhar pelo bem comum é um dever do cristão e, muitas vezes, o caminho para trabalhar é a política!” Papa Francisco

 

 

Posted by Mauricio De Vengoechea on Domingo, 1 de novembro de 2015

missa

A Santa Missa

Recomendações utéis aos fiéis
 

As duas partes que constituem, de algum modo, a Missa, isto é, a Liturgia da Palavra e a Liturgia Eucarística, estão tão intimamente ligadas entre si, formando um só ato de culto. Ninguém deve aproximar-se da mesa do Pão do Senhor, senão depois de ter estado presente à mesa da Sua Palavra. É da máxima importância, pois, a Sagrada Escritura na celebração da Santa Missa.

A leitura da perícope evangélica é reservada ao ministro ordenado, ou seja, ao diácono ou ao sacerdote. As outras leituras, quando for possível, sejam confiadas a quem tenha recebido o ministério de leitor ou a outros leigos, preparados espiritual e tecnicamente. À primeira leitura segue-se um Salmo responsorial, que faz parte integrante da Liturgia da Palavra.

A homilia tem por fim explicar aos fiéis a Palavra de Deus, proclamada nas leituras, e atualizar a mensagem dela. Compete, portanto, ao sacerdote ou ao diácono fazê-la [homilia].

A proclamação da Oração Eucarística que, por sua natureza, é como que o ponto culminante de toda a celebração, é reservada ao sacerdote, em virtude de sua ordenação. É um abuso, portanto, deixar que algumas partes da referida oração sejam ditas pelo diácono ou por um ministro inferior ou pelos simples fiéis. No entanto, a assembleia não fica passiva e inerte: une-se ao sacerdote na fé e no silêncio e manifesta a sua adesão com as várias intervenções previstas no desenrolar da

Oração Eucarística: as respostas ao diálogo do prefácio, o Sanctus, a aclamação depois da consagração e o Amém final, depois do “Por Cristo”, que também é reservado ao sacerdote. Este Amém final, em particular, deveria ser valorizado com o canto, porque é o Amém mais importante de toda a Missa.

Modificar as Orações Eucarísticas aprovadas pela Igreja ou adotar outras diversas, de composição privada, é abuso gravíssimo.

A comunhão Eucarística é um dom do Senhor, que é dado aos fiéis por intermédio do ministro deputado para isso. Não se admite que os fiéis tomem eles próprios o Pão Consagrado e o Cálice Sagrado, e muito menos se admite que os fiéis os passem uns aos outros.

O fiel religioso ou leigo, que está devidamente autorizado como ministro extraordinário da Eucaristia, poderá distribuir a Comunhão somente quando faltarem o sacerdote, ou diácono ou o acólito, ou quando o sacerdote estiver impedido por motivo de enfermidade ou por causa da idade avançada, ou quando o número de fiéis que se aproximam da Comunhão for tão grande que faça demorar excessivamente a celebração da Santa Missa.

Recomenda-se aos fiéis que não se descuidem, depois da Comunhão, de uma justa e indispensável ação de graças, quer na própria celebração – com alguns momentos de silêncio e um hino, ou um salmo, ou ainda um outro cântico de louvor – quer terminada a Celebração Eucarística, permanecendo possivelmente em oração durante um conveniente espaço de tempo.

(Artigo extraído do livro “Os sete sacramentos”, Prof. Felipe Aquino)

Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: “Escola da Fé” e “Trocando Idéias”.

teclado

Apostila para tecladistas

Estamos precisando de tecladistas na nossa paróquia – e também em tantas outras! Existem pessoas que tocam piano ou teclado, mas têm medo de tocar na Igreja, acompanhando os outros instrumentistas. Na verdade é muito mais fácil do que tocar sozinho!!!
Disponibilizo uma apostila para tecladistas que poderá facilitar sua entrada em alguma equipe de música da Igreja: CLIQUE AQUI PARA BAIXAR

Retirado do site: http://www.oficinadamusicacatolica.com/

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Habemus Papam! Francisco!

Eram 15h05 desta quarta-feira, dia 13 de março, no Brasil (19h05 em Roma), quando a fumaça branca saiu da chaminé da Capela Sistina. Passados 02 minutos, os sinos da Basílica repicaram, anunciando oficialmente a eleição do 266º Sumo Pontífice, o legítimo sucessor do Apóstolo São Pedro, princípio e fundamento visível da unidade da Igreja.

Minutos depois, o Cardeal Jean Louis Tauran, protodiácono, leu oficialmente o anúncio: “Annuntio vobis gaudium magnum; habemus Papam: Eminentissimum ac Reverendissimum Dominum, DOMINUM GIORGIO MARIUM. Sanctae Romanae Ecclesiae Cardinalem BERGOGLIO. qui sibi nomen imposuit FRANCISCUM.”

Traduzindo: Eu vos anuncio uma grande alegria: temos um Papa: Eminentíssimo e Reverendíssimo Senhor, Dom JORGE MARIO. Cardeal da Santa Igreja Romana BERGOGLIO, que impôs a si mesmo o nome de FRANCISCO.

A emoção, o entusiasmo e as lágrimas estavam estampadas no rosto das milhares de pessoas que lotavam a Praça. Surge, então, no balcão da fachada da Basílica de São Pedro, o novo PAPA FRANCISCO, saudado com euforia pelo povo. O Papa, acenando aos fieis, pronunciou sua primeira saudação pedindo uma prece por si próprio seguida da Bênção Urbi et Orbi (Bênção para a cidade e o mundo). Ao final dirigiu palavras espontâneas de carinho à todos.